segunda-feira, 27 de junho de 2011

Horizonte Perdido


Que me desculpe James Hilton, mas Shangri-la mudou.
A ambição humana destruiu o ideal de paz e sabedoria. O país saiu do subdesenvolvimento, foi colonizado, adotou hábitos de consumo ianque e tornou-se uma potência emergente. Para tal, sua população paga um alto preço, principalmente pela pecha de país com o povo mais feliz do mundo.
O maior traficante de Shangri-la chama-se Serginho Beira-mar. Seus negócios são da ordem de R$ 50 bilhões. Ele trafica influência – a droga mais letal que existe - e o resultado é a isenção tributária aos amigos e companheiros.
O maior ladrão de Shangri-la chama-se Ribamar. Um neo-lampião investido de poder pelos fracos e oprimidos, um Robin Hood às avessas, que tira cada vez mais do pobre e enriquece cada vez mais seus pares.
A maior organização criminosa desse país é um partido político, fruto da organização de trabalhadores descontentes e que hoje mata, rouba, desvia verbas e se perpetua no poder criando mecanismos para iludir um povo sem educação, alimentação e saúde básicas, reféns de bolsas-esmolas e cartilhas educacionais que desensinam, repletas de ideologias e versões.
A maior estupidez deste país é o slogan “sou nativo de Shangri-la, não desisto nunca”!
Desiste do quê?
Quem sai às ruas para protestar sobre algo realmente relevante?
Quem realmente sabe quais são seus direitos e principalmente, suas obrigações?
Quem sabe o nome dos candidatos em que votou na última eleição? Shangri-la não é mais um reino, é uma Republica Federativa.
Um país que assalta e assassina seus turistas internacionais e que trata assaltantes e assassinos internacionais como turistas.
Shangri-la em breve sediará uma Copa do mundo de futebol e uma Olimpíada e para “não passar vergonha”, está criando o Regime Diferenciado de Contratações – RDC, um alvará que permite gastar-se como e quanto quiser verbas públicas sem prestar contas, já que o tempo urge!
Ademais, mesmo tendo grande parte de seus nativos vivendo abaixo da linha da pobreza, faz doações e perdoa dívidas de nações vizinhas e de nações “amigas”.
Um país singular, talvez único que evolui e involui ao mesmo tempo.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

O Brasil e a liderança pelo exemplo


Dos vários brasis de ontem e de hoje - o Brasil crioulo, caboclo, sertanejo, caipira, gaúcho, matuto, dos gringos, dos intelectuais, dos donos do poder, do café-com-leite, do latifúndio, do futuro, dos políticos e “de todos” – fica a certeza de que a política brasileira e a relação estado-povo foi sempre protecionista e paternalista.


Desde as relações do “bom” senhor da terra com os escravos “obedientes”, onde os escravos enganavam seus senhores e as escravas passaram a se entregar sexualmente aos senhores mais generosos, passando pelo “pai dos pobres” Getúlio Vargas, e coroada pelas políticas assistencialistas dos últimos governos, instituiu-se a típica maneira brasileira de burlar ordens e regras, o “jeitinho”, uma simples questão de sobrevivência para uns, um grande negócio para outrem ou apenas a cultura incutida no DNA brasileiro.

Esse jeitinho divide o brasileiro em dois pólos de pensamento. O que conseguiu romper a relação paternalista, adquirir conhecimento e enxergar o mundo globalizado com a necessidade de regras de bom convívio, probidade e ética, e o desprovido que aceita o status quo e pensa de forma arcaica. 

Numa analise simplista, pode-se comparar a situação de nossos líderes políticos com os líderes das empresas privadas, onde o grande mote é a liderança pelo exemplo. 

Um exercício de fácil resposta é a observação de algumas manchetes dos jornais em 2011:

“Aécio é pego dirigindo com habilitação vencida no Rio”.

Sarney é acusado de aplicar golpe de funcionário fantasma no Senado”.

“Ex-deputado do 'castelo' é nomeado vice-presidente em empresa pública”. 

“Filhos de Lula ganham passaporte diplomático do Itamaraty a dois dias do fim do mandato do pai”.

“Michel Temer é acusado de corrupção em ação no STF”.

A oportunidade para a mudança chegou, o Brasil é o país na “vitrine”, com uma Copa do Mundo e uma Olimpíada em vista, porém nossos líderes já evocam mais uma vez o recurso do “jeitinho”, agora alicerçado e fundamentado na obrigatoriedade do afrouxo no controle de gastos, para não se “passar vergonha”.

Que pena!

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Alô, alô Realengo... Aquele abraço!


Uma tragédia! Um ato inacreditável praticado por um jovem que teve a chance de ter uma segunda família e mesmo assim, sentir-se perseguido e isolado.
Um prato cheio para “fast-diagnósticos” de sumidades da psiquiatria, psicologia e psicopedagogia que variaram de esquizofrenia, demência, paranóia até o “novo-velho” bulliyng. Além do viés islâmico, uma grande confusão de um leitor assíduo da wikipédia e sem nenhuma fundamentação.
O principal evento, a “missa de sétimo dia”, com transmissão ao vivo e cobertura em todos os programas jornalísticos e mundo cão, contou com a presença de profissionais do sofrimento - a mãe de Isabela Nardoni, o pai do menino João Roberto e a mãe da menina Joanna.
No quesito profissionalismo, Bono - vocalista do U2 -, aproveitou e também tirou sua lasquinha, colocando o nome das vítimas no painel de seu show em São Paulo. Essa mesma solidariedade de ocasião foi utilizada por Corinthians e Flamengo em suas homenagens nas camisas dos jogadores e na entrada em campo de mãos dadas com sobreviventes.
Uma chuva de pétalas de rosas jogadas de um helicóptero da polícia, aquela mesma polícia que não estava fazendo a ronda escolar e que diante de um garoto agonizante, nem sequer demonstrou compaixão, pulando e desviando de um corpo contorcendo-se, fechou o grande evento.
Mas num país carente, mexe-se demais com o imaginário popular, não poderia faltar a figura do “herói”, um policial que não fez nada além de cumprir sua obrigação e agora, ovacionado e promovido, fala em entrevistas como um palestrante motivacional. Ponto para o Presidente da República em “exercício” que o condecorando, conseguiu afastar-se do foco das denúncias de corrupção.
Contudo, foi excelentíssimo Presidente do Senado José Sarney que protagonizou o milagre da ressuscitação do “plebiscito do desarmamento”, como se bandidos fossem de livre e espontânea vontade, cadastrarem-se e devolverem as suas armas.
Porém a inteligência política nacional não para por aí, o nosso Ministro “sem-estofo-para-o-cargo” da Justiça José Eduardo Cardozo sugeriu a imediata instalação chips nas armas fabricadas no Brasil e adquiridas no exterior, numa sandice de dar inveja a qualquer comandante in chefe, seja venezuelano, cubano, árabe ou chinês.
Um grande acontecimento onde todos poderão arrebanhar o seu quinhão, sem contar as ONG´s de Direitos Humanos animadíssimas por conseguir mais verbas.

quinta-feira, 17 de março de 2011

A comunicação está cada vez mais fácil e mais difícil!


A antítese no título é uma reflexão sobre a facilidade dos meios e a dificuldade do entender. Gandhi, em seus incontáveis momentos de inspiração, nos inquietou: "Se queremos progredir, não devemos repetir a história,  mas fazer uma história nova”.
Dentro do cenário da comunicação interpessoal trocamos informações baseadas em nosso  repertório cultural, educacional, vivências, emoções... Enfim, temos talentos, necessidades e visões diferentes,  fato que mormente acaba por gerar conflitos e a instalação de um círculo vicioso, pois temos enraizada a nossa personalidade na forma de nos comunicarmos.
Objetivamente, a comunicação interpessoal não se resume apenas na oralidade. Além de gerarem-se expectativas na mente do receptor, o nosso corpo, nossas roupas, gestos, voz, o olhar no olho, também fazem parte da comunicação.
Geralmente, aceitamos as informações que confirmam nossa crença e negamos as que contrariam e quando passamos a dominar a dinâmica dos diálogos, conseguimos digerir e solucionar os problemas gerando uma troca genuína e generosa.
A habilidade de ouvir deve ser altamente desenvolvida. Além de demonstrar atenção, nos trará mais confiança nas tomadas de decisões, pois poderemos aplicar a empatia nos colocando na posição do outro.
Numa auto-observação podemos verificar o quanto algumas de nossas ações rotineiras, reverberam em nosso corpo e mente por dias, meses e até anos.
Observe que as perguntas que começamos com “Como?” - apontadas para o futuro - são muito mais agradáveis e produtivas do que as iniciadas com “Por quê? - atreladas ao passado.
Se adotarmos a interação com nossos interlocutores e/ou receptores passando a nos observar dentro de nossas conversas, quebraremos este círculo vicioso, diminuiremos a nossa carga de stress, começaremos novas histórias a cada dia e seguiremos sempre numa mesma direção. Quantas vezes poderíamos nos perguntar “se alguém está me compreendendo se nem sequer consigo entender o que estou querendo dizer?”
Portanto, comunicar – se requer generosidade, gentileza nos gestos, doçura nas palavras, clareza, observação, criatividade, coragem, senso de humor, receptividade e humildade para aprender continuamente, fazendo e vivendo novas histórias.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Um adeus


Aquele menino simples e de sorriso largo circulou com a mesma desenvoltura por Bento Ribeiro, Belo Horizonte, Eindhoven, Barcelona, Madrid, Milão, São Paulo, Paris, Yokohama, Zurich, Porto Príncipe, Luanda, Lusaka, enfim, Ronaldo Nazário de Lima dono de uma simplicidade e humildade tão difíceis nos dias de hoje, em apenas 614 partidas e 414 gols marcados, encantou o planeta.

Em sua última entrevista coletiva como jogador de futebol, Ronaldo disse não ter colecionado inimigos, talvez esquecera seus joelhos, que teimaram em tentar abreviar-lhe a carreira, e mesmo assim tornou-se o maior artilheiro em Copas do Mundo – 15 gols – e o maior jogador brasileiro desde Pelé.

Estamos falando de um ser humano tão incrível, que conseguiu jogar e ser amado pelos maiores rivais da Espanha e Itália, por jogar no Corinthians e ainda assim continuar ídolo de todas as outras torcidas do Brasil.

Um homem que caiu, levantou. Caiu novamente, levantou. Caiu em tentação - e quem não cai? - levantou. A força de vontade e a força da carne são mais fortes do que possamos mensurar.

Embaixador da UNICEF, Ronaldo na contramão de outros ex-atletas e celebridades, aceitou a paternidade de descoberta tardia e integrou sua família. Faz no público, o mesmo que no particular.

Ronaldo deixa-me a impressão de uma pessoa acessível, daquele amigão, do boa praça, do moleque, do pai zeloso, do ser falível... Num país com tantas poucas coisas para se orgulhar, encho-me de orgulho desse brasileiro.

Em sua despedida, recordei-me de algumas frases da música de Moacir Franco (Cadê você?): “Uma torcida de sonhos aplaude talvez / Mata a saudade no peito driblando a emoção / Suas pernas cansadas correram pro nada / E o time do tempo ganhou / Num vídeotape do sonho a história gravou”.

Obrigado, Fenômeno!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Uma droga chamada "Jesus"


Nunca gostei de manifestações religiosas fora do ambiente propício, principalmente quando feita dentro do campo de futebol. Seria a pregação de um “Deus” que favorece um em detrimento do outro.
O que mais me intriga e decepciona é ver os jogadores comemorando vitórias, gols e títulos com inscrições “100% Jesus”, ao invés de agradecer a quem paga os seus salários.
Assistindo ao jogo do Brasil pelo torneio sul-americano sub 20, surpreendi-me a entrevista do goleiro brasileiro de 19 anos e trajando uma camiseta que anunciava o site “Atletas de Cristo”: “estou honrando “Jesus” e voltarei para o segundo tempo para continuar-lhe honrando.
Um garoto saudável, bonito e de sucesso com a mente lavada, como se estivesse drogado e treinado para pregar a ladainha.
Curioso, fiz uma busca no site. Já na primeira página está o anúncio da venda do “CD Atletas de Cristo”. Segundo click e na tela aparece à opção “Seja um mantenedor”, nada diferente dos Malafaias, Macedos, Valdemiros, Soares e Sônias, representantes do “Espírito Santo” na TV.
A missão dos atletas de Cristo, retirada do site, é “alcançar o mundo através do atleta, indo por todo clube, praça de esportes, anunciando o Evangelho a todo desportista, fazendo dele um discípulo obediente a todas as ordens de Cristo”.
Porém, afirmam no próximo tópico: “Ao contrário do que muitos pensam “ATLETAS DE CRISTO” não é uma religião e não é uma nova seita”. Contraditório, não?
Intriguei-me. Esse fenômeno atinge, mormente, jogadores e pessoas de baixa renda, assim como as drogas oferecidas em praticamente qualquer esquina de qualquer cidade brasileira, em conseqüência da péssima política social, educacional e cultural dos governos brasileiros dos últimos 112 anos.
Tanto as drogas, tanto “Jesus”, são vendidos como a salvação, o caminho e a libertação dos problemas. Os “facilitadores” se enriquecem a custa do tráfico ou dos dízimos e ofertas.
O “Jesus” vendido é a solução de todos os problemas, com a promessa de sucesso e riqueza. Porém, se os resultados prometidos não acontecerem, a culpa é exclusivamente da falta da fé do comprador. Um baita negócio!
Além disso, esta droga é legal, tem isenção tributária e conta com uma bancada representativa no Congresso Nacional.
Posso falar de cátedra. Fui batizado nas águas e durante algum tempo fui entorpecido “pela palavra”.
Em tempo, Acredito em Deus... Um Deus bom, de amor... Um Deus que não precisa se temer!



segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Big Brother


O que pode suscitar tanto interesse por um programa de televisão em todo o mundo? Fenômenos coletivos como homofobia, fanatismo, violência,  relações de gênero e raça (preconceito), mistura de classes sociais, saúde mental, injustiça, ou apenas uma experiência para a comprovação do “animal social”, separando indivíduos e colocando-os à interagir.
Podemos pensar em Rousseau e sua teoria sobre a relação entre o indivíduo e a sociedade ou ainda mais “modernamente” em  Piaget, e sua teoria do patrimônio psicológico hereditário e a extensão das influências sociais.
Como um dos milhares de telespectadores, acredito realmente na observação das manifestações comportamentais, e no como somos todos tão parecidos e críticos quando nos deparamos com um grupo semelhante ou dessemelhante ao nosso modo de vida. Passamos a ter uma concepção do certo e errado, baseada em nossas experiências e formação cultural. Talvez Freud explique, ou seria Darwin?
Mas vamos nos fixar no nosso Big Brother Brasil.
Depois de 11 anos de programa seria lógico pensar que os novos participantes perderiam a espontaneidade e viriam com personagens montados sobre o que teria dado certo em edições anteriores. Ledo engano. Estamos sempre em movimento, em processo de transformação, recebendo influências por todos os lados e, portanto, roteiros prontos perdem num confronto com o “carisma” por placar elástico.
Os índices de audiência não são satisfatórios. O certo é que a escolha dos participantes do programa atual foi mal feita. Ali há muita gente dessemelhante, que além de tudo promovem baixarias e proferem seus textos com um linguajar chulo e cheio de gírias restritas às suas tribos. Não há um mix de idade, formação cultural ou intelectual. São em sua maioria alpinistas sociais, com o corpo malhado e plastificado, sem o menor conteúdo a se aproveitar, escalados por “olheiros” e não mais os inscritos e sorteados de outrora.
Uma dica, mesclar pessoas comuns... Gente como a gente. Talvez fosse assim resgatada a audiência e a verdadeira sinopse do Programa.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Confinamento

“O Brasil é um grande curral. E a maioria da população vive no confinamento". Num país em que muitos políticos são extremamente mal preparados e, principalmente mal intencionados, é a única explicação plausível. Nesse confinamento, engorda-se os eleitores manipuláveis com bolsas auxílios de todos os tipos e tamanhos e, com o crivo da igreja católica, esses eleitores procriam aumentando assim o número de votos. Votos esses, obrigatórios e “para todos”, pois os analfabetos e os presos também votam. Se voto é um direito, não deveria ser um dever. Quanto menor o grau de instrução, maior é o poder de manipulação. Quanto maior a política assistencialista, menor o índice de rejeição. Essa é a equação do poder instituído. Fica evidente tal afirmação quando se assiste aos “bons pastores” num trio-elétrico, onde cristãos entorpecidos pulam e gritam em nome de Jesus, ficando a pergunta de como gente de tanta má fé pode comandar tantos em nome dela? Como aceitar que se forneça ajuda humanitária tanto espiritual quanto financeira aos “países pobres”, quando milhares de brasileiros morrem de fome e nas filas de atendimento médico? Aceita-se, pois vive-se no confinamento à espera do abate metafórico nas promessas de grandes eventos e do tesouro escondido. O “complexo de vira-lata” é crônico, assim como o “verdadeiro idiota latino-americano” habita o inconsciente brasileiro. No mais, fica a frase da cineasta “cabeça” nascida no Brasil, com passaporte italiano e que vive nos Estados Unidos, descendo do navio de ajuda humanitária para a Palestina atacado pelos habitantes da “terra santa”, Iara Lee, e repetida como um mantra: “Apocalypse now total, meu”.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Dunga

Nunca fui muito afeito ao Dunga, principalmente pelo seu desabafo com a Copa de 94 nas mãos. Porém, mediante as criticas dos oportunistas de plantão, passei a entendê-lo. Oportunistas de plantão, geralmente, são jornalistas e comentaristas esportivos que se intitulam guardiões da verdade, da ética e dos bons costumes. Esses guardiões são, vou repetir “o geralmente”, críticos de quaisquer coisas, costumes, posicionamentos e opiniões que não sejam iguais às suas, criticam seus pares por, honestamente, ganharem dinheiro com publicidade, veículos de mídia concorrentes, técnicos e dirigentes de qualquer esporte. Se não bastasse a critica pela critica, jornalistas ofendem jogadores e técnicos, elaboram perguntas “pseudo-apimentadas” para gerarem polemica e consequentemente, audiências às suas decrépitas emissoras. Fica claro que todos dependem exclusivamente do sucesso brasileiro nos gramados. Existe um canal de televisão que emprega grande parte desses jornalistas, alguns deles fracassados em outros canais e mídias, que tentam num último suspiro, demonstrar a sua sabedoria futebolística e sua “ética” inabalável, misturada a outros que tentam demonstrarem-se verdadeiras enciclopédias, que para um bom entendedor, não passa de anotações e pesquisas num roteiro pré-estabelecido. Para eles qualquer opinião que não seja compatível com as suas é a opinião da imprensa “chapa branca”. Fica a ressalva de que a boa prática da empatia poderia fazer com que algumas perguntas não fossem feitas, ou melhor, fossem feitas dentro do contexto e da ocasião, além de serem pautadas no bom jornalismo. Tentaram comparar os “esquecidos” Neymar e Ganso ao Pelé da Copa de 58. Só para constar, Pelé já jogava havia dois anos pelo Santos. Neymar e Ganso jogam há um mês. Disseram ser Ronaldinho essencial, pelo que me lembro sua última boa atuação foi há exatos quatro anos contra a Argentina. Queriam e clamavam por Adriano, “o responsável”. Agora sou um admirador de Dunga, pela coerência, conduta, ética, respeito e coragem, coragem esta, de ir contra a “opinião pública” e, vencendo a Copa poderá novamente, com ela nas mãos, desabafar.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Dia magistral!

Que dia magistral! Irã, Iraque e Coréia do Norte entraram para o conselho de segurança da ONU e desistiram de beneficiar urânio. Notícia somente superada pela realização do culto ecumênico que oficializou a fundação do Estado da Palestina. Outro ponto a se ressaltar foi a proclamação da República da Thethênia e a constatação de que não há mais seres humanos vivendo abaixo da linha da pobreza. Uma conquista da humanidade! Aqui na Terra de Santa Cruz, a tão esperada renúncia de José Sarney e a aprovação do projeto “ficha limpa” deram mais credibilidade à classe política e abriram a possibilidade de uma renovação de qualidade em nossos quadros legislativos e executivos. Comemoremos também a vitória contra o tráfico e contra a corrupção, o que fez com que a carga tributária baixa-se em 20% e o índice de violência em 70%. Voltando às notícias internacionais, a renúncia do Papa, depois de 700 anos, fez com que todos os acusados de pedofilia fossem julgados sem a proteção do clero. No mais, a vida segue com essa oferta de empregos e salários dignos. Ribeirão Preto, 1 de abril de 2010.

quarta-feira, 31 de março de 2010

Últimas palavras: Dourado é Campeão!

Se o BBB é um jogo de palavras, a vitória de Marcelo Dourado na última edição caracterizou-se pela utilização de metáforas. O programa recebeu à priori, o subtítulo de BBB da diversidade, onde alguns dos participantes eram homossexuais assumidos e performáticos. Porém, o participante que mais enfrentou o preconceito foi Dourado, tachado de repetente – sua segunda participação no programa – jogador, nazista e homofobico. Alguns críticos e aproveitadores de plantão apoderaram-se da pecha e passaram a desmoralizá-lo, ou melhor, tentaram em vão. Tanto que no discurso de sua vitória, Pedro Bial o rotulou como um perdedor. Em tempos de homolatria e do politicamente correto, Dourado era a antítese do estabelecido. Mas o heterossexual, piadista, rude e por vezes grosso, sabia ouvir as pessoas, acarinhá-las, falar sério e ser delicado e quem assistiu ao programa se comoveu quando o campeão chorou compulsivamente, mostrando que ali estava um ser humano batalhador e igual a muitos de nós. Mas voltemos ao jogo de palavras, se a palavra que pode definir o vencedor é justiça, Dourado teve princípio moral, respeito e, consequentemente, o reconhecimento do seu mérito, portanto a vitória foi extremamente justa, alicerçada em atitude e caráter. Se a palavra for honra, princípio ético que leva alguém a ter uma conduta honesta e corajosa, permitiu que sua avaliação junto ao público fosse positiva, foi uma vitória honrada. Se a palavra for força, sua robustez, vigor físico e energia vital, associados à sua firmeza, podem justificar a vitória. Dourado venceu e arrebatou milhões de fãs, que torceram como num jogo do Brasil em Copa do Mundo, que fizeram vigília para votar ininterruptamente, que se recusaram – sou testemunha ocular - a utilizar programas scripts de votação. A vitória de Dourado é um sinal de novos tempos. Parece que o público amadureceu e não enxerga mais a personagem criada, o coitadinho, a minoria... Enxerga o ser humano que está ali. Dourado tem tanta honra que suas primeiras palavras como campeão foram “O carro é teu” em alusão ao carro que ganhou numa das provas, para Joseane – quem o escolheu para entrar no programa. Dourado teve a humildade de agradecer a todos e nesse jogo de palavras, a vitória combina com Dourado, que combina com justiça, que combina com força, que combina com honra, que combina com humildade. Parabéns garoto. Parabéns Dourado!

terça-feira, 30 de março de 2010

Oportunismo!

Como aparecem oportunistas de plantão. Quando o assunto é BBB. Programas vespertinos insignificantes, blogueiros, cronistas, críticos, gays a procura de votos e verbas... Enfim, uma infinidade de gente que acaba lucrando direta ou indiretamente com o programa. Na maioria das vezes esses oportunistas criticam o programa, dizendo que seria melhor ler um livro, ir ao cinema ou ligar para a vó... Outros dizem ainda, sem conhecimento algum de causa, porém causando um efeito devastador na vida da pessoa, sobre a suástica de Dourado. Outros ainda, se colocando na posição de analistas e psicólogos, explicam o pensar de cada candidato. Os ciúmes do apresentador é outro ponto para se ressaltar, Pedro Bial faz com que críticos mordam o cotovelo, principalmente quando este, chama os participantes de heróis ou guerreiros. Críticos que evocam o nome de Zilda Arns como heroína. Covardia! Bial, dono de um texto impecável é execrado. Chamam-no de ininteligível. Quando assisto o BBB, não espero nada além do que observar a relação humana... Nada mais do que me enxergar ali... Nada mais do que entretenimento... Nada mais do que ouvir textos brilhantes, recitados emocionados num tom professoral, fraternal, paternal... Outros ainda mais covardes, falam de quantas casas populares poderiam ser construídas com o faturamento do Programa. Num país de política assistencialista, essa esquerda idiotizada por Che Guevara – O perfeito idiota latino americano – deveria estar preocupada com o que está sendo feito com o dinheiro arrecadado com impostos, principalmente os altíssimos, pagos pelo faturamento do BBB. Não sou procurador e nem defensor da Rede Globo, que tem sim vários projetos sociais e contribui de forma relevante para a integração e o crescimento do país. Parem com a baixeza do oportunismo, e assumam que assistem e adoram o programa. O resto é critica pela critica. Em tempo: BBB é muito melhor que o cinema novo de Glauber Rocha. Também é bem melhor que os filmes do Zé do Caixão. Muito melhor também, que a TV Brasil, o canal de Lula, e infinitamente superior aos filmes da família Barreto, que não faturam e acrescentam nada, apenas se locupletam com dinheiro publico. E por fim, que vença o melhor, que vença Marcelo Dourado!

segunda-feira, 29 de março de 2010

Força e Honra!

Tentaram de tudo! Blogs e colunistas especializados em BBB tentaram destruir Marcelo Dourado. No ínicio era sua “re-participação”... Depois virou sua tatuagem, que remetia a uma suástica, tornou-se nazista! Um pouco mais de programa, os rótulos não pegavam, tornou-se homofóbico – mesmo tratando com respeito os diferentes. O rótulo também não pegou. Tornou-se arrogante, má pessoa, “jogador”, político... Chegaram a chamá-lo – Boninho, o diretor do programa – de Paulo Maluf. O público se encontrou em Dourado... Um ser humano brasileiro, batalhador, simples e heterosexual ( algo démodé) em tempos de homolatria. Agora, todos tentam dar a vitória a outrem! A mobilização gira em torno de Fernanda, uma participante que entrou crente e comprometida e tornou-se caliente e oferecida. Não precisamos dizer mais nada... Dourado é um vencedor... Alguém que chegou até aqui com tantos contrários, batendo todos os recordes de votação históricas do programa, já venceu. Mesmo que a imprensa colorida, as Ong´s de direitos LGBT, os lunáticos – quem acompanha via blogs, sabe do que estou falando – os aproveitadores de situação para capitalizar votos e os maus perdedores estejam numa corrente do mal (batizada do bem) para tentar derrotá-lo... Parabéns Dourado pela sua demonstração de força e honra.

Compulsão por gordura funciona como vício em cocaína!

BBC - Brasil
Uma pesquisa publicada esta semana afirma que os mecanismos do corpo que provocam vício em drogas são os mesmos que geram a compulsão por comer alimentos calóricos. A pesquisa feita pelo Scripps Research Institute, no Estado americano da Flórida, afirma que, assim como o vício em drogas como cocaína, a compulsão por comidas gordurosas - como doces e frituras - é extremamente difícil de ser combatida. O estudo, realizado com camundongos, mostra que as partes do cérebro que lidam com o prazer deterioram-se gradualmente na medida em que o consumo vai aumentando. Essas regiões do cérebro vão respondendo cada vez menos aos estímulos, o que fez com que os camundongos comessem cada vez mais, tornando-se obesos. O mesmo teste foi realizado com heroína e cocaína, e os ratos responderam da mesma forma. Obesidade Para o cientista Paul Kenny, que coordenou a pesquisa de três anos, uma dieta com alimentos gordurosos possui elementos que viciam. "No estudo, os animais perderam completamente o controle sobre seu hábito de alimentação, o primeiro sinal de vício. Eles continuaram comendo demais mesmo quando antecipavam que receberiam choques elétricos, mostrando o quão estimulados eles estavam para consumir a comida." A experiência foi feita com alimentos que provocam obesidade se consumidos em excesso, como bacon, salsichas e cheesecakes. Os animais começaram a engordar imediatamente. O cientista relata que quando a dieta foi trocada por alimentos mais saudáveis, alguns deles se recusaram a comer e preferiram não se alimentar. Prazer Depois de analisar o resultado da pesquisa com camundongos, Kenny e sua equipe estudaram os mecanismos que provocam a compulsão. O receptor D2 responde à dopamina, um neurotransmissor que está relacionado à percepção de prazer - como o provocado por comida, sexo ou drogas. Quando há excesso no consumo de drogas como cocaína, por exemplo, o cérebro é "inundado" com dopamina, aumentando a sensação de prazer. Um processo semelhante acontece com dietas gordurosas. Com o tempo, no entanto, o cérebro recebe menos dopamina. A pesquisa foi publicada neste domingo no jornal Nature Neuroscience.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Uma visão do Homosexualismo na Imprensa!

Aproveitando o gancho das discussões acaloradas em tempos de BBB... Verifiquei que a grande maioria dos críticos do comportamento de Marcelo Dourado são militantes xiitas da causa ou, de alguma maneira, necessitam postar-se no centro das atenções por inúmeros motivos... Inclusive de cunho pollítico "eleitoreiro"... Um ponto a se ressaltar é a manipulação de dados estátisticos dentro de um universo restrito. Vasculhando meus arquivos encontrei um artigo de Júlio Severo que demonstra a visão de uma determinada parcela da imprensa (interessada não apenas em fatos e sim pautando-se em suas versões), que coloco na íntegra a seguir. Travesti é assassinado. Gay é espancado. Esses são apenas um dos poucos títulos comuns nos meios de comunicação quando a notícia envolve homossexualismo e crime. Aliás, quando um praticante do homossexualismo sofre agressão ou assassinato, o artigo que cuida do caso pode numa única página repetir a palavra homossexual pelo menos uma dúzia de vezes. O adjetivo homossexual, quando a vítima tem essa inclinação sexual, ganha destaque garantido. É o que impõe a cartilha gay, e a mídia a segue sem pestanejar. Preconceito: vítimas gays são mais valorizadas do que as outras vítimas. Contudo, a imprensa evita mencionar um fator importante nas agressões e assassinatos de homossexuais. Indivíduos (sejam homossexuais ou não) que escolhem a vida dos bares, casas noturnas e outros ambientes de prostituição fácil correm mais perigo, onde a violência é uma ameaça a todos: prostitutas, clientes, homossexuais, etc. Ninguém é obrigado a ir a esses ambientes onde há agressões, espancamentos, brigas e assassinatos. Mas de todos os que sofrem violência nesses lugares, os que praticam o homossexualismo são alvo privilegiado da atenção dos holofotes da mídia esquerdista. É claro que há também outros fatores de crime. O que não falta na sociedade brasileira é violência. É um dos produtos internos em que o Brasil tem mais abundância. É o PIB da criminalidade. Outra fonte comum de crimes são as gangues. Uma gangue qualquer pode bater, agredir, estuprar e matar. Suas vítimas podem ser muitas. As autoridades reagem com seu habitual descaso. A imprensa trata como violência rotineira. Mas se, entre as suas muitas vítimas, a gangue por uma fatalidade do destino agredir um homossexual, o barulho começa: “Preconceito! Discriminação! Violência contra os homossexuais! Os homossexuais precisam de leis e proteção especial! Como compensação, eles merecem o direito de casamento e adoção de crianças!” A imprensa esquerdista, que é cutucada pelo ativismo gay, cutucará as autoridades até que haja mobilização e favorecimentos. Belo recado, não? Todos podem sofrer, ser agredidos, estuprados e assassinados, sem direito a barulho e clamores de direitos humanos — menos os homossexuais. Só as vítimas homossexuais são úteis no perverso jogo político de obtenção de novos e estranhos direitos e privilégios. As vítimas homossexuais estão na moda. Pobres das outras vítimas, que pertencem a uma maioria que não aprendeu a explorar seus sofrimentos para obter ganhos políticos! Será então que todos terão de se converter ao homossexualismo para serem respeitados, valorizados e notados neste Brasil violento e pró-sodomia, onde não existe guerra, mas há mais mortes violentas por ano do que em muitos países em guerra? Arriscamos a ter no Brasil um futuro negro onde as próprias gangues temerão os homossexuais, por causa dos muitos privilégios legais concedidos ao homossexualismo. Antes de atacarem um indíviduo, as gangues poderão se sentir obrigadas a perguntar se ele é homossexual. Se não for, o ataque prosseguirá normalmente. Assim, homens, mulheres e crianças não serão poupados. Nos meios criminosos, só os homossexuais terão isenção especial e é possível que, por desespero diante da total falta de segurança que reina no Brasil, a população precise se fazer de homossexual durante uma ação de criminosos. A que ponto chegou o Brasil: Um governo que não consegue dar nenhuma segurança para milhões de homens, mulheres e crianças agora se compromete a dar segurança à minúscula população homossexual, por causa do intenso, enorme e insistente ativismo homossexual de direitos humanos. Algumas pessoas já devem estar babando de vontade de participar do movimento homossexual, só para ter as garantias civis de segurança que o Estado jamais consegue dar à vasta maioria da população. 50.000 versus 12 Quando espremem todos os dados criminais, os militantes gays conseguem com muito esforço e suor extrair uma dezena, ou pouco mais, de assassinatos de indivíduos envolvidos no homossexualismo. Se o número de gays assassinados chegasse a 50 mil por ano, suas reivindicações no Congresso Nacional provocariam um verdadeiro terremoto de mudanças, desde a aprovação de leis contra o preconceito e a homofobia até a instituição oficial do Dia do Orgulho Gay e o Dia Nacional Contra a Homofobia. Mas mesmo com apenas uma pequena dezena de casos, eles querem tal terremoto e já estão conseguindo a aprovação de muitas leis. Não é verdade que 50 mil gays são assassinados por ano. Contudo, esses números são reais. Por ano, 50 mil brasileiros são vítimas da pena de morte imposta pelos criminosos. É um número elevado e vergonhoso para as autoridades encarregadas da segurança da população. Esse número comprova a escassez de segurança para a população em geral. O número infinitamente pequeno de homossexuais assassinados prova que a escassez de segurança ainda não os atingiu. Com a determinação do governo Lula de proteger esse comportamento, a segurança deles e de seu comportamento está praticamente garantida. Uma dezena não chega nem de longe a 1 por cento de 50 mil. Se uma dezena de gays assassinados por ano se transforma magicamente em matéria-prima ideológica para avançar os interesses políticos dos militantes pró-homossexualismo, o que dizer então dos interesses da vasta e esmagadora maioria da população que sofre assassinatos? Por que selecionar para tratamento especial indivíduos envolvidos no homossexualismo quando as maiores vítimas da violência no Brasil não são os homossexuais, mas o restante da população? Além disso, as notícias envolvendo o tema homossexual costumam ser cobertas de parcialidade. Se uma página de artigo pode repetir uma dezena de vezes o adjetivo homossexual quando a vítima de um crime vivia esse estilo de vida, o oposto é verdade quando o autor de um assassinato é homossexual. Nesse caso, é preciso usar uma lupa e ter experiência de detetive, pois no que depender do jornalismo esquerdista, pode-se encontrar tudo numa notícia sobre um assassino homossexual, menos o adjetivo homossexual. Onde foi parar o adjetivo homossexual? A repetição da palavra homossexual no artigo onde o homossexual é vítima tem como propósito deixar muito bem claro que os homossexuais são bons e inocentes, eternas vítimas de violência. A exclusão da palavra homossexual em notícias onde um assassino é homossexual tem como propósito proteger a imagem de conto de fadas onde o homossexual e o homossexualismo têm características angélicas e boas. Precisa de exemplo? A revista Época de 26 de fevereiro de 2007 traz o artigo: “Ele sofreu terrivelmente”. Quem? Um homossexual vítima de heterossexual? Se fosse, não há a menor dúvida de que a palavra homossexual seria enfadonhamente repetida uma dúzia de vezes, conforme a praxe jornalística pró-homossexualismo. O artigo conta o assassinato de um jovem brasileiro na Inglaterra. O texto não cita o adjetivo homossexual nem uma única vez. No entanto, é impossível esconder completamente a verdade. O jovem brasileiro foi espancado e esfaqueado. Os investigadores constataram que foi uma morte lenta e sofrida. A polícia britânica ficou chocada com o que viu. Repito: se fosse o caso de um homossexual morto por heterossexual por qualquer motivo, os ativistas gays da Inglaterra e do Brasil teriam nas mãos um prato cheio para fazer muito barulho e sensacionalismo: inocente vítima gay espancada e esfaqueada de modo covarde e brutal por heterossexual. Sim, houve muita covardia e brutalidade. Houve tanta crueldade que os próprios investigadores ficaram assombrados — e os homens da polícia geralmente estão acostumados a ver cenas muito pesadas. O quadro horrendo do assassinato do brasileiro foi demais até para eles. Assassinos homossexuais geralmente cometem crimes assombrosos. Lembra-se do canibal alemão, que matou e comeu sua vítima? Ele era… o que o jornalismo esquerdista não diz que ele era! Se pensou na palavra H, acertou em cheio. Talvez a imprensa esconda os fatos de propósito, num tipo de esconde-esconde, para que o próprio público possa usar a cabeça a fim de raciocinar e adivinhar o que não está sendo revelado na notícia. Pena que, no caso de homossexuais vítimas de assassinatos, eles nos poupem desse esconde-esconde. Embora o artigo de Época se recuse terminantemente a revelar a identidade homossexual do assassino do jovem brasileiro, há provas claras de que o assassino praticava o homossexualismo. O assassino trabalhava “numa sauna gay”. Além disso, ele estava foragido porque havia estrangulado a esposa. Ela a matou porque “ela se recusara a fazer sexo com ele e seu amante”. Obviamente, era um amante homossexual, um homem com quem o assassino mantinha relações homossexuais, mas Época não se interessou em destacar ou mesmo usar o adjetivo homossexual, que estaria perfeitamente adequado ao caso. O que não é útil para os interesses dos militantes gays, também não é útil para os interesses do jornalismo esquerdista. O comportamento da imprensa dá a entender que não existem espancadores e assassinos homossexuais. Mesmo quando a agressão homossexual é flagrante, os esquerdistas dão um jeito de culpar… a vítima! Em outubro de 2001, Harry Hammond, um pastor inglês, foi surrado por uma gangue de homossexuais por carregar um cartaz incentivando os homossexuais a se arrepender. Ele, não os agressores homossexuais, foi condenado por incitamento à violência e perturbação da ordem pública. Ele foi multado em 550 dólares e obrigado a pagar 725 dólares em despesas legais. Os homossexuais que o agrediram fisicamente não receberam nenhum tipo de condenação, nem das autoridades, nem da imprensa. Por que a imprensa não abre a boca contra os espancadores gays? Porque o esforço de dizer a verdade envolve um risco sério e potencialmente fatal. Se a imprensa resolver se desviar de sua parcialidade pró-homossexualismo e noticiar os casos de espancadores e assassinos homossexuais do mesmo jeito “objetivo” e “imparcial” que noticia os casos de gays espancados e assassinados, há o perigo de que se descubra que os casos de homossexuais perpetradores de violência podem existir em números muito maiores do que os casos de gays vítimas de violência. Esses números seriam devastadores para as ambições do movimento homossexual. Perda do maior direito Nem os militantes gays nem os esquerdistas controladores dos meios de comunicação querem que o público tenha acesso à verdade nua e crua. No caso dos ativistas gays, o motivo é óbvio. Se cada caso de gay espancado e assassinado é explorado e usado para a conquista de mais direitos na sociedade, por que não deveria haver perda de direitos com cada caso de espancador e assassino homossexual? Para infelicidade dos que querem impor o homossexualismo como normal na sociedade, o maior veículo de comunicação durante vários milênios — a Palavra de Deus — declara que as práticas homossexuais não somente são repugnantes, mas também tiram de seus praticantes importantes direitos. Embora os ativistas gays se mobilizem com muito ardil e intensidade para fazer conquistas legais, sociais e políticas para seu comportamento sexual, a Palavra de Deus deixa bem claro que os homens que insistirem em suas práticas homossexuais terão total perda de direitos na eternidade, inclusive exclusão do Reino de Deus. Deus diz: “Não se deite com um homem como quem se deita com uma mulher; é repugnante”. (Levítico 18:22 NVI) “Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos e, nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus”. (1 Coríntios 6:9-10 NVI) Os radicais militantes gays podem então conquistar todos os direitos aqui na terra e mudar completamente a sociedade e suas leis, mas jamais conseguirão mudar Deus e suas leis. A sentença divina já foi dada, há muito tempo. Largue o pecado, ou perca o maior de todos os direitos. É claro, nem todos os homens que vivem no homossexualismo são espancados ou assassinados. Nem todos são também espancadores ou assassinos. Mas todos os homens que se recusam a abandonar as práticas homossexuais serão perdedores do maior e melhor direito que só podem ter aqueles que se entregam a Jesus Cristo e abandonam seus pecados: o direito inigualável de entrar no Reino de Deus e viver eternamente em amor, paz, segurança, felicidade e a companhia alegre de Deus e seus anjos. Vale então a pena viver agarrado ao pecado (seja adultério, roubo, homossexualidade, etc.) quando a perda final envolve um direito tão grande e maravilhoso? A dura verdade… Se os grupos de militantes gays querem lembrar à sociedade que por ano uma dezena de homossexuais é vítima de assassinatos no Brasil, precisamos lembrar a eles que por ano a sociedade inteira é vítima não de uma dezena, mas de 50 mil assassinatos. Temos infinitamente mais motivos para chorar, reclamar e reivindicar do que eles. Se eles insistirem em seus números, então por que não cobrar-lhes o papel do homossexualismo nos crimes violentos? É mera coincidência que os 10 maiores assassinos dos Estados Unidos tenham o homossexualismo como característica comum de comportamento?[*] Por que no Brasil também não coletamos os números da violência cometida por agressores homossexuais? Temos hoje no Brasil muitas notícias sobre homossexualismo e crime, porém se a sociedade tem de ser pressionada a se preocupar com uma dezena de homossexuais mortos por ano, então por que também não lhe dar o justo direito de conhecer quantos homens, mulheres e crianças são assassinados por homossexuais? Um jornalismo verdadeiramente justo e imparcial não teria dificuldade alguma de tratar dessa questão.

terça-feira, 23 de março de 2010

Fatos da vida Real - A Noite que prometia!!!

A noite prometia. Véspera de feriado, meus pais viajando, casa vazia, duas garotas dando sopa e o carro à disposição. Lá estava eu, portas abertas, som no último, banhando-me de fronte ao espelho num banho de rei. Enxugo-me, me admiro e me perfumo por todas as partes, enfim, a noite seria daquelas. - Alô! Marcelo. Ta pronto. To descendo. Marcelo era aquele companheiro inseparável desde os tempos do maternal. Éramos unha e carne. Estudávamos juntos, trabalhávamos juntos, jogávamos futebol no mesmo time e caçávamos juntos. E naqueles nossos 18 anos, como caçávamos. - Passou de 20 kg é gol - Este era o nosso mantra, repetido à exaustão, com ar de vigarice. Chegamos ao encontro. As duas garotas estavam perfeitas. Lindas. - Ta no papo – Frase uníssona, seguido de um sorriso maroto. E realmente estavam no papo. Como as duas falavam. Aos poucos a noite perfeita se tornou a noite perdida. Não houve jeito de convencê-las a seguirem para um lugar mais calmo e, não fosse pelo beijo de despedida, seguido pela promessa de um novo encontro, a frustração seria muito maior. - Pô! Gastei meio vidro de xampu e perfume. – Era o assunto na decepcionante volta. Voltava para casa ao som de Barry Manilow, fita estrategicamente preparada para a ocasião. Parei no farol. Olhei no relógio e me assustei. - Ah, isso é que não! — Tentei em vão não acreditar. - Ai, playboy. Desliga a máquina senão eu te furo – Era a voz forte do homem por trás daquele cano negro. E agora? Instaurava-se naquele momento o mais autêntico Regime do Terror! - Ai, playboy. Abre a outra porta bem devagar. Abri a porta. No banco do caronista senta-se um ser indescritível. Uma criatura da noite com a voz anasalada. - Vai me dando a carteira – Ordenou o ser de voz anasalada. - Posso ficar com os documentos? - Deixa de graça e me passa a corrente e o relógio – Agora era o homem de voz forte que ordenava. - Que linda camisa. Tira! Tirei e entreguei. - Olha o cinto do pleyba, mano! Tira. - E tira o tênis e a calça também. - Isso é que não! — Bradei sem medir as conseqüências. - O mano, quem manda aqui é nóis – Falou gentilmente o ser de voz anasalada. Tirei e tive arrancados de minhas mãos. - Calvin Klein! - Isso é que não! – Só deu pra sentir a dor no rosto. Fui tirando devagar e entreguei. - Ai, playboy. Tu num foi um bom menino. A gente num sabe o que faz com tu – Era a voz do homem forte. Fechei os olhos para ter a momentânea ilusão de que sonhava. - Tu também num foi de tão mal - Agarrou-se à chave no contato quebrando-a e jogou o molho de chaves na boca de lobo. Os dois saíram caminhando tranquilamente pela madrugada. Findo o pesadelo, começava outro. Eu estava no carro sem chaves e nu. Saí do carro com a mão nas partes a procura de uma luz acesa. Toquei a campainha na primeira casa que vi. - Boa noite, minha senhora - Eu estava confuso. - Imagine que eu... A senhora, um tanto estarrecida, gritou: - Tem um homem pelado aqui na porta! É um tarado! Um homem rompe a porta da casa com uma vassoura na mão. - Não olha não! Já pra dentro! – Bradou o homem, vindo em minha direção. Voltei-me, acuado, apoiando o traseiro no muro, cobrindo a fronte com as mãos, tentando explicar-me... O homem então, encarou-me e sorriu. Contei-lhe a história. Daí ele riu, gargalhou. - Mulher, trás uma calça velha aqui pro cidadão! – Gritou olhando para dentro da casa. Coloquei a calça que imediatamente rasgou na parte de trás, tendo eu que segurá-la para que não caísse. O homem foi extremamente gentil. Ajudou-me a ligar o carro com uma ligação direta utilizando uma moeda que eu tinha de segurar para manter o contato. A polícia chegou. Anotou a ocorrência e pediu para que depois comparecesse à delegacia para efetivar a queixa. Despedi-me agradecendo. Chegando à subida da rua de minha casa o carro morreu. Eu tentava em vão dar nova partida, fazendo barulho que aguçou a curiosidade de um vizinho que me vendo subir com a mão para trás, mão esta que segurava a calça, gritou: - O que é que você tem ai atrás? Já sem nenhuma cautela e nenhum pudor, virei-me deixando a calça cair e respondi: - Só a bunda!

sexta-feira, 19 de março de 2010

Um latido, ou um pedido de socorro!

Aqui em Ribeirão Preto, um médico da prefeitura está sendo acusado de "latir", isso mesmo latir (au, au...), durante o atendimento a uma paciente psiquiátrica e sua mãe. Quem assiste ao seriado “House”, deve estar acostumado a esse tipo de “atitude médica”, porém estamos tratando da vida real brasileira. Para variar, o médico está sendo linchado pela opinião pública... Opinião esta, useira e vezeira em aproveitar-se de uma situação pontual, e adiar a resolução do cerne do problema, falta de médicos, baixa remuneração, falta de estrutura, desvio de verbas e por ai vai. É nesse momento que se invoca vários relatos de mau atendimento médico, desde dermatologistas que só receitam creminhos, até oncologista que diagnosticam “apenas uma virose”. Como em qualquer atividade ou mesmo em qualquer situação, existam boas e más pessoas e bons e maus profissionais. Fica claro que o médico é o vilão, e vale a máxima de que, se um paciente se recupera de um caso crítico, se diz “graças a Deus” e se o paciente infelizmente morre, foi o médico que não salvou! Mas e o lado médico? O médico não tem como reclamar de um paciente? O comportamento do paciente pode ser passivo, então o médico deverá desenvolver a competência da adivinhação. E o que podemos falar de pacientes agressivos e perturbados. Pacientes que se automedicam e depois querem uma solução, pacientes impacientes, arrogantes... Será que o médico não espera encontrar colaboração e respeito? O nosso sistema público de saúde, em todos os aspectos, está falido. O papel aceita tudo e a estatística é a arte da interpretação de números, principalmente em ano eleitoral. Respeito, paciência, educação e cidadania constroem um país.

quinta-feira, 18 de março de 2010

A mulher na TV!

Como um fanático admirador das mulheres, sou neto, filho, marido, irmão, pai e amigo... Gostaria de opinar sobre o fato... A Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres invocou a censura e junto com o Conselho de auto-regulamentação publicitária – CONAR proibiram o comercial da cerveja Devassa. Num primeiro olhar, pode-se pensar em prejuízo para a empresa, que tinha como “estrela” de seu comercial a “inclassificável” Paris Hilton, porém transformou-se numa grande campanha espontânea. Contudo, gostaria de mensurar o objetivo da censura – a mulher sendo tratada como objeto. Passei então a observar comerciais e programas de televisão relacionados à mulher! Num país que se diz moderno e avançado, ter uma secretária especial para mulher já é um retrocesso, e a programação é algo que nos remete à ambigüidade do tratamento dado às mulheres. De um lado programas capitaneados por mulheres que ensinam a fazer renda e cozinhar, misturados com “fatos reais” de traição, fofocas e exposição de uma vida de pobreza, fome, miséria... Com a “vitória final” das mãos que afagam, passam, cozinham e lavam. Ou de mulheres que se utilizam do corpo para a conquista de sua independência financeira. Podemos elencar as grandes contribuintes desse “novo tempo”: Ana Maria Braga, Luciana Gimenez, Sônia Abrão, Márcia e Christina Rocha. De outro lado os programas das guerreiras ousadas do "sexo frágil" que estimulam a coragem e relatam suas histórias de corpos, sensualidade, sexualidade, amores, amados e amantes. Um dos programas é o “Saia justa”, onde a “embaixadora de Portugal” Maitê Proença, que eu gostaria realmente de entender, Mônica Waldvogel, Betty Lago e Márcia Tiburi, sentam-se numa sala de estar para um prazeroso encontro entre amigas. Entre vários assuntos, nunca concluídos, perde-se a mão entre caras e bocas, interrupções, desdenho e tons de voz elevados. Mas ainda não chegamos ao “gran finale”, o programa “Papo Calcinha” onde quatro mulheres (Bianca, Luhanna, Shai e Pietra) falam se transam no primeiro encontro, se usam vibradores ou qualquer outro acessório, se gostam de sexo anal, o que fazer quando um homem brocha, se o tamanho do pênis é importante para elas, se sentem orgasmo, aonde gostam de serem acariciadas, e muito mais. Fica a dica para a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Summers de uma noite de verão!!!

Este post é homenagem a uma incentivadora que é publicitária, aquariana, fã do BBB e Chico Buarque.. Eclética, não? Uma pessoa que ama os animais e que diz ser muito fácil falar dela... Difícil é ser como ela!!!
Valeu pela força!

O tempo não para - Tatuagem!

Como é lindo ver uma linda e jovem mulher com uma tatuagem no corpo! Porém uma mulher idosa tatuada, nos remete ao tempo em que se tatuavam mulheres em campos de concentraçao, ou quando escravas eram marcadas a ferro nas senzalas!

O Tempo não para!

Como era legal o tempo que Chavéz era apenas um programa de televisão e Lula, uma criatura do mar!!!

Troca na Família!

Júnior deixa a irmã pelo cunhado da irmã!!!ahhahhahahahhahaha

Cotas!

Quem semeia cotas, colhe preconceito!

Lula - Secretário Geral do ONU

Palestinos querem Lula como secretário-geral da ONU

O porta-voz da Presidência palestina, Mohamed Edwan, afirmou nesta quarta-feira que espera que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva seja o próximo secretário-geral da Organização das Nações Unidas, cargo que atualmente é ocupado pelo sul-coreano Ban Ki-moon.

Durante a visita do presidente Lula a Ramallah, na Cisjordânia, o porta-voz do presidente palestino, Mahmoud Abbas, disse à BBC Brasil que "vemos o presidente Lula como nosso irmão".

"Achamos que ele poderia ser um ótimo secretário-geral da ONU, pois é um homem de paz e de diálogo e sabe negociar de maneira inteligente e admirável", disse Edwan.

"O próprio presidente Abbas também pensa assim", acrescentou o porta-voz.

Durante a inauguração da Rua Brasil em Ramallah, os palestinos presentes aplaudiram de pé o presidente brasileiro e gritaram "Viva Lula!".

Para o primeiro-ministro palestino, Salam Fayad, que falou ao lado de Lula, "muitos dos que aplaudiram não entendem português, mas o presidente Lula fala uma língua universal, que todos entendem".

Sugestão O palestino brasileiro Jamil Abu Fara, de 26 anos e habitante da cidade de Hebron, estava na cerimônia e levantava um cartaz com os dizeres: "O Brasil está em nossos corações".

Abu Fara é um dos 5 mil palestinos de cidadania brasileira que moram na Cisjordânia.

De acordo com o embaixador palestino no Brasil, Ibrahim Al Zeben, também presente no evento, o número de palestinos moradores do Brasil é de cerca de 50 mil.

Para o embaixador, os palestinos brasileiros "podem ser uma ponte para estreitar os laços entre o povo brasileiro e o povo palestino".

O embaixador afirmou ainda concordar com o desejo do porta-voz da Presidência palestina de que Lula se torne secretário-geral da ONU.

"O presidente Lula demonstrou ser um estadista muito importante, de estatura internacional", afirmou.

Questionado sobre a proposta dos palestinos, o assessor da Presidência para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, afirmou que "não é a primeira vez que ouço essa sugestão, (o presidente francês Nicolas) Sarkozy já havia sugerido isso no passado"

Este Blogg não compactua com as opiniões...

Dívidas

Se nossas dívidas pessoais não pagas prescrevem em cinco anos, por que temos que aguentar esse discurso social-assistencialista de que temos que resgatar uma dívida histórica com a sociedade?
Educação é a chave... Não discursos vazios e bolsas "aprovação"...

Metáforas!!!

São tantas as metáforas utilizadas pelo nosso presidente, que me assusta ele querer comparar a "Faixa de Gaza" ao MST, ou as desavenças dos povos israelenses e palestinos a um Fla X Flu...
O que o nosso fanfarrão presidente conseguiu foi unir no congresso israelense a posição e a oposição!

Popularidade x Unanimidade!

O magistral Nélson Rodrigues já dizia ser a unanimidade, burra!
A popularidade de nosso presidente passa os 75%... Só a título de informação, Adolf Hitler chegou a 90%...
Popularidade não é sinônimo de bom governo... Pense!

Atendendo a pedidos!!!

Olá pessoas!!!

Estou iniciando a minha vida de blogueiro...
Foram tantos os elogios e pedidos no Teves e no TT que não resisti!
Espero que possa agradá-los e melhorar sempre!
É o começo!